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Storia na Lugar


Data: 20 de Dezembro , 2016
Local: Hangar - Centro de Investigação Artística
Cartaz

STORIA NA LUGAR é uma plataforma online para a colaboração entre técnicos, académicos, artistas, ativistas, autoridades públicas e as comunidades, que agora se apresenta, no momento em que globalmente se debate uma nova agenda urbana, seus desafios e potencialidades. 

FINKA PÉ é um projeto experimental e multidisciplinar, de análise e documentação de dinâmicas da construção de lugares no Cabo Verde contemporâneo, através de mapeamentos e processos cinematográficos participativos.

Perante contextos cada vez mais marcados pela segregação territorial e disparidades socioeconómicas, são necessárias abordagens alternativas para um desenvolvimento urbano mais equitativo, valorizando práticas do cotidiano das populações que enfrentam desafios de exclusão, precariedade ou marginalização.

O projeto propõe um espaço para a reflexão crítica e produção de conhecimento. Baseia-se em processos abertos de análise e documentação, reunindo numa mesma plataforma, e em tempo-real a colaboração entre técnicos, académicos, artistas, ativistas, autoridades públicas e as comunidades. Assim contribuindo para a compreensão das dinâmicas de construção das nossas cidades.

PATRICIA ANAHORY

Arquitecta pelo Boston Architectural College (EUA) e mestre em arquitectura pela Princeton University (EUA). Na sua tese de licenciatura, trabalhou a questão de género, sociedade de controlo e arquitectura, com o trabalho “Reframing the Body: A Women´s Prison”. No mestrado, apresentou o “Homing Landscapes: Mapping Memory[al]-Dakar, sobre a questão da construção e reconstrução de memoria e identidade nas suas traduções arquitectónicas. Trabalhou, vários anos, em diversos ateliers de arquitectura e design em Nova Iorque e tem feito projectos próprios de arquitectura em diversos países (EUA, Cabo Verde e Gana), merecendo destaque a sua participação no livro Phaidon Atlas of 21st Century Contemporary World Architecture Atlas da Arquitectura do Século XXI (publicado na Inglaterra), com um projecto residencial em Cabo Verde. Ganhou o prémio de arquitectura Rotch Fellowship, que possibilitou uma pesquisa em arquitectura africana, tendo viajado durante 14 meses por diversos países do continente (Senegal, Mali, Etiópia, Quénia e Tanzânia, entre outros). Actualmente é directora do Centro de Investigação em Desenvolvimento Local e Ordenamento de Território da Universidade de Cabo Verde.

CESAR SCHOFIELD CARDOSO 

César Schofield Cardoso (Mindelo, Cabo Verde, 1973). Vive e trabalha em Praia, Santiago, Cabo Verde. Dedica-se à fotografia, cinema e media art. Em 2006 lançou o PRAIA.MOV, um movimento de cultura urbana na cidade da Praia, Cabo Verde, em colaboração com arquitetos, artistas e outros pensadores críticos, que marcou a sua produção em torno de questões de cidadania, justiça, espaço urbano e identidades. Em 2009, produziu a instalação de vídeo UTOPIA, sobre o tema da liberdade. ROOT(S), um dos vídeos desse projeto, recebeu o Prêmio do Público e uma Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema do Sal, Cabo Verde, 2010. Participou da Bienal de São Tomé e Príncipe em 2011, para a qual ele produziu o vídeo SPRITU, apresentado também no Museu da Cidade, Lisboa, em 2012. Neste mesmo ano exibiu a vídeo instalação UTOPIA na Galeria Graça Brandão, Lisboa. Cesar Cardoso é co-fundador da plataforma de Cinema Negro www.ficine.org e foi Coordenador do Departamento de Cinema e Media Art do Ministério da Cultura de Cabo Verde entre 2012 e 2016.

MARIA DO CARMO PIÇARRA

Maria do Carmo Piçarra (Doutoramento em Ciências da Comunicação pela FCSH, Universidade Nova de Lisboa, 2013), é investigadora de Pós-Doutoramento no Centro de Estudos Comunicação e Sociedade, na Universidade do Minho, e no Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Co-editora da ANIKI – Revista Portuguesa da Imagem em Movimento, é jornalista, crítica e programadora de cinema e foi adjunta da presidência do Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia. Publicou, entre outros títulos e artigos, “Azuis ultramarinos. Propaganda colonial e censura no cinema do Estado Novo” (2015), Salazar vai ao cinema I e II (2006, 2011), além de ter coordenado, com Jorge António, a trilogia “Angola, o nascimento de uma nação”.

JOSE COSTA RAMOS

José Costa Ramos é formado em Fotografia, Licenciado em Economia, Mestre em Estudos Urbanos e Doutorado em Geografia Humana. Participou na elaboração do Livro Verde para a Sociedade de Informação. Foi avaliador de projectos de Engenharia Linguística da Comissão Europeia. Coordenou o projecto Europeu ViaLucis - Museums for Communities. Elaborou, na qualidade de consultor do Instituto Português de Museus, o projecto Matriz - Inventário do Património Museológico Nacional. Lançou, como assessor do Ministro da Cultura, a Comunidade Terràvista, a primeira comunidade virtual em língua portuguesa. Foi Presidente da Tobis e do Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia. Coordenou o projecto À Bolina na comunidade da Quinta da Serra.

Iniciativa desenvolvida no âmbito do projecto Comparando Impérios: Iconografias Coloniais Comparadas do grupo de investigação CITCOM .






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