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A matriz castelhana nos estudos cancioneiris

Sara Rodrigues de Sousa


"A opção pelo castelhano como língua de dição, institucionalmente fundamentada pela chancela da editora da Universidade de Salamanca, e pragmaticamente orientada para uma comunidade de estudos transnacional mas unida pelo interesse pela literatura de língua castelhana, não correspondeu, porém, ao desprezo por corpora coetâneos e também formalmente e geograficamente próximos dos universos de produção de onde emanou a produção concioneiril castelhana. As várias centenas de composições reunidas por Garcia de Resende no seu Cancioneiro Geral, preodominantemente em português, mas que contam com várias dezenas de intervenções em castelhano, seja sob a forma de composição tida por original, de mote ou de citação, fazem também parte do elenco de Dutton. Apesar do alargamento do enfoque à produção em língua portuguesa por autores portugueses, e compilada por um também autor português, são os cancioneiros, a produção e os autores castelhanos que têm merecido a melhor atenção da crítica."





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