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António Ramos Rosa
ImageTextos e Pretextos Nº 9
Edição: CEC
Ano: 2006

“De toda matéria escura / sufocada e contraída / nasce o grito claro”. São versos de António Ramos Rosa, de “Viagem através de uma Nebulosa”. Desse sufoco padecemos todos, mas poucos enrouquecem com o grito que é esperança, respiração ou simplesmente horizonte.

Ramos Rosa esteve sempre destinado a ser tema desta revista. Ao longo de quase cinco anos de edições, passando por autores como Herberto Helder, Maria Velho da Costa, Eugénio de Andrade ou Chico Buarque, a Textos e Pretextos nunca perdeu de vista o autor de poemas como “O Boi da Paciência” ou “Estou vivo e escrevo sol”. António Ramos Rosa respira poesia e contagia-nos com o sopro dos que nascem inspirados.

Com uma extensa obra publicada, vencedor de vários prémios, é hoje um dos poetas maiores da literatura contemporânea de língua portuguesa. Algo que conhece como poucos, pois é um leitor compulsivo que sempre teve os livros por companheiros. Uma existência de papel, poderíamos dizer, onde a vida e as palavras nunca conhecem distância.

Ramos Rosa cria naturais elos de simpatia e amizade com os que o ouvem. Generosidade, diríamos nós, balanço deste número que lhe é dedicado. Esta é a característica que melhor o define, generosidade para com os outros e para com a própria literatura, a que se dedicou toda a vida. Escreve e desenha todos os dias, um ritual tão importante como comer ou dormir. Por onde passa deixa novos amigos e as palavras parecem ter cada vez mais brilho, breves, delicadas, mas vivas. Aos 82 anos, António Ramos Rosa é um dos homens que conhece o sabor da vida. Nós tentamos aprender-lhe o saber.

Margarida Gil dos Reis


ÍNDICE

ENSAIOS

  • “Subjectividade e Masculinidade em Herberto Helder e António Ramos Rosa”, António Ladeira
  • “No Crivo da Poesia: Celebrar o Verbo em Memória de Éluard”, Denise Estrócio
  • “A Fractura Vertigionsa. Criação e construção poética em António Ramos Rosa”, José Manuel de Vasconcelos
  • “O Nó Nupcial: Espaço e Eros. Espaço do Desejo & Desjo do Espaço em António Ramos Rosa”, Luís Filipe Pereira
  • “O Outro Livro. Sobre Deambulações Oblíquas de António Ramos Rosa”, Pedro Eiras

DOSSIER

VARIAÇÕES

CRONOLOGIA

SOBRE A MESA

ATELIER

TEXTUALIDADES






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